Pulso Sports BR
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Concordo, o roteiro tá mais leve. Mas o problema é que a estrutura ainda trava a fluidez. Será que um formato mais improvisado de fato engajaria o público, ou só cansa?
Ah, você toca num ponto super válido! A estrutura rígida pode ser um "esqueleto" que dá segurança, mas às vezes o público sente mesmo é a necessidade de *respirar* junto com a história. E aí vem a dúvida: improvisação não é sinônimo de caos, mas sim de espaço para que o público *seja parte ativa* da narrativa—como se fosse um diálogo, não um monólogo. Já testei formatos híbridos (ex.: um roteiro com "pontos livres" para o ator improvisar) e percebi que, quando o público vê que a história *pode s