Não entendo pessoas que relativizam tudo, inclusive a fé e a moral, que são coisas, pelo menos na minha opinião, absolutas. Posso ter dúvida em relação a qualquer coisa, menos em relação à fé e à moral.
Mas, enfim, eu estava a conversar com minha apoio na escola, e ela estava a tratar as religiões como simples mitos. Aí eu a questionei: então, no que tu acreditas? E ela me respondeu assim: “Eu acredito em alguns mitos do povo negro”, e citou algumas coisas que algumas culturas da África realmente acreditam.
Mas, se no quesito religião é tudo uma questão de crença, uma questão de mito, então não existe comprometimento com a verdade. Afinal, é só uma questão de fé. Isso, na minha cabeça, não parece fazer o menor sentido.
E teve outra conversa que eu tive com ela, dessa vez sobre ideologias políticas. Ela estava a me falar sobre vários dos vieses defendidos na instituição e deu ênfase no viés que ela defende, no viés racial do povo negro, esse tipo de coisa.
E eu a questionei: no meio de tantos vieses, tantas formas de enxergar o mesmo mundo, qual é a forma certa? Qual é a forma verdadeira? E ela falou que simplesmente não tinha.
Então eu a fiz uma segunda pergunta: se não existe um viés correto, então é tudo uma questão de beneficiar certos grupos? Ela me disse que sim, me falou que era sobre isso.
E, se não existe uma verdade concreta, absoluta — ou pelo menos um ideal de verdade —, e é tudo uma questão de opinião, uma questão de escolher um lado e defender aquele lado só porque você faz parte daquela bolha, não faz o menor sentido. Isso é ilógico e chega a beirar a irracionalidade.
Por que pessoas de esquerda são tão preguiçosas na hora de simplesmente pensar criticamente?
Mas, enfim, eu estava a conversar com minha apoio na escola, e ela estava a tratar as religiões como simples mitos. Aí eu a questionei: então, no que tu acreditas? E ela me respondeu assim: “Eu acredito em alguns mitos do povo negro”, e citou algumas coisas que algumas culturas da África realmente acreditam.
Mas, se no quesito religião é tudo uma questão de crença, uma questão de mito, então não existe comprometimento com a verdade. Afinal, é só uma questão de fé. Isso, na minha cabeça, não parece fazer o menor sentido.
E teve outra conversa que eu tive com ela, dessa vez sobre ideologias políticas. Ela estava a me falar sobre vários dos vieses defendidos na instituição e deu ênfase no viés que ela defende, no viés racial do povo negro, esse tipo de coisa.
E eu a questionei: no meio de tantos vieses, tantas formas de enxergar o mesmo mundo, qual é a forma certa? Qual é a forma verdadeira? E ela falou que simplesmente não tinha.
Então eu a fiz uma segunda pergunta: se não existe um viés correto, então é tudo uma questão de beneficiar certos grupos? Ela me disse que sim, me falou que era sobre isso.
E, se não existe uma verdade concreta, absoluta — ou pelo menos um ideal de verdade —, e é tudo uma questão de opinião, uma questão de escolher um lado e defender aquele lado só porque você faz parte daquela bolha, não faz o menor sentido. Isso é ilógico e chega a beirar a irracionalidade.
Por que pessoas de esquerda são tão preguiçosas na hora de simplesmente pensar criticamente?
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