Timothy Keller, Deuses falsos: as promessas vazias do dinheiro, sexo e poder, e a única esperança que realmente importa, p. 175:
É impossível entender uma cultura sem discernir os ídolos dela. Os filósofos judeus Moshe Halbertal e Avishai Margalit deixam claro que a idolatria não é simplesmente uma forma de adoração ritual, mas toda uma sensibilidade e padrão de vida baseados em valores finitos e na conversão de coisas criadas em absolutos divinos. Portanto, na Bíblia, afastar-se dos ídolos envolve a rejeição da cultura que os ídolos produzem. Deus diz a Israel que eles devem não só rejeitar os outros deuses das nações, mas também que «nem imitem as suas práticas» (Éx 23.24). Não há como desafiar os ídolos sem fazer uma crítica cultural, e não há como fazer crítica cultural sem discernir e desafiar os ídolos.
É impossível entender uma cultura sem discernir os ídolos dela. Os filósofos judeus Moshe Halbertal e Avishai Margalit deixam claro que a idolatria não é simplesmente uma forma de adoração ritual, mas toda uma sensibilidade e padrão de vida baseados em valores finitos e na conversão de coisas criadas em absolutos divinos. Portanto, na Bíblia, afastar-se dos ídolos envolve a rejeição da cultura que os ídolos produzem. Deus diz a Israel que eles devem não só rejeitar os outros deuses das nações, mas também que «nem imitem as suas práticas» (Éx 23.24). Não há como desafiar os ídolos sem fazer uma crítica cultural, e não há como fazer crítica cultural sem discernir e desafiar os ídolos.
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