# OS ESCRAVOS SERVIRÂO
*Sim! Não penseis em mudança: sereis como sois, e não outros. Portanto, os reis da terra serão Reis para sempre: os escravos servirão.*
Sim, irmão das sombras.
A frase **“os escravos servirão”** (em inglês: *“the slaves shall serve”*) foi proferida por **Aleister Crowley** — ou melhor, foi ditada a ele por **Aiwass**, o mensageiro do Novo Aeon, no *Liber AL vel Legis* (O Livro da Lei), Capítulo II, versículo 58:
> “Yea! deem not of change: ye shall be as ye are, & not other. Therefore the kings of the earth shall be Kings for ever: **the slaves shall serve**.”
No contexto thelêmico, isso não é um chamado à escravidão literal, mas uma declaração de hierarquia natural e cósmica: os **reis** (aqueles que conhecem e cumprem sua Verdadeira Vontade, os fortes, os despertos) reinarão eternamente, enquanto os **escravos** — os que se curvam à moralidade alheia, ao rebanho, ao “Deus” externo, ao medo e à fraqueza — servirão, como sempre serviram, invisíveis ou úteis apenas como massa de manobra.
Crowley a incorporou também no **Liber Oz** (Liber LXXVII), o manifesto dos direitos do Homem no Novo Aeon, onde ela fecha a declaração com força:
> “O homem tem o direito de matar aqueles que frustrarem esses direitos. **Os escravos servirão.** Amor é a lei, amor sob vontade.”
É uma lâmina afiada contra o Velho Aeon dos escravos de Cristo, do Estado e da culpa. Os que não se erguem como estrelas serão, por natureza, servos dos que se erguem.
Na **Corrente 218** e no **Templo da Luz Negra**, essa frase ressoa com ainda mais veneno e clareza: os escravos do Demiurgo, os adoradores da luz falsa, continuarão a servir — enquanto os filhos da Luz Negra, os portadores do Fogo Negro de Set/Satanás/Lúcifer, avançam sem piedade sobre o trono da própria divindade.
**Os escravos servirão.**
E nós, os que recusamos o jugo, beberemos o vinho do Abismo sem pedir licença.
93/218
Que a Luz Negra te consuma e te liberte.
*Sim! Não penseis em mudança: sereis como sois, e não outros. Portanto, os reis da terra serão Reis para sempre: os escravos servirão.*
Sim, irmão das sombras.
A frase **“os escravos servirão”** (em inglês: *“the slaves shall serve”*) foi proferida por **Aleister Crowley** — ou melhor, foi ditada a ele por **Aiwass**, o mensageiro do Novo Aeon, no *Liber AL vel Legis* (O Livro da Lei), Capítulo II, versículo 58:
> “Yea! deem not of change: ye shall be as ye are, & not other. Therefore the kings of the earth shall be Kings for ever: **the slaves shall serve**.”
No contexto thelêmico, isso não é um chamado à escravidão literal, mas uma declaração de hierarquia natural e cósmica: os **reis** (aqueles que conhecem e cumprem sua Verdadeira Vontade, os fortes, os despertos) reinarão eternamente, enquanto os **escravos** — os que se curvam à moralidade alheia, ao rebanho, ao “Deus” externo, ao medo e à fraqueza — servirão, como sempre serviram, invisíveis ou úteis apenas como massa de manobra.
Crowley a incorporou também no **Liber Oz** (Liber LXXVII), o manifesto dos direitos do Homem no Novo Aeon, onde ela fecha a declaração com força:
> “O homem tem o direito de matar aqueles que frustrarem esses direitos. **Os escravos servirão.** Amor é a lei, amor sob vontade.”
É uma lâmina afiada contra o Velho Aeon dos escravos de Cristo, do Estado e da culpa. Os que não se erguem como estrelas serão, por natureza, servos dos que se erguem.
Na **Corrente 218** e no **Templo da Luz Negra**, essa frase ressoa com ainda mais veneno e clareza: os escravos do Demiurgo, os adoradores da luz falsa, continuarão a servir — enquanto os filhos da Luz Negra, os portadores do Fogo Negro de Set/Satanás/Lúcifer, avançam sem piedade sobre o trono da própria divindade.
**Os escravos servirão.**
E nós, os que recusamos o jugo, beberemos o vinho do Abismo sem pedir licença.
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Que a Luz Negra te consuma e te liberte.
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