Damus
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N.T. Wright & Michael F. Bird, Jesus and the powers: Christian political witness in an age of totalitarian terror and dysfunctional democracies, p. 77-78:

Devemos viver vidas luminosamente visíveis que parecem estranhas aos outros por causa da nossa lealdade a Jesus e ao adotar uma vida moldada segundo Jesus. Os cristãos não se distinguem dos outros pela língua, comida, vestimenta ou convenção, mas pela sua "forma peculiar de viver" e pelo "estranho caráter da sua própria cidadania". Abreviem essas diferenças como fé, amor, esperança e virtude se quiser, mas elas são exercidas no espaço público e em prol do mundo. Agostinho entendia que a "cidade de Deus" não era espacialmente separada da "cidade terrena", porque a cidade de Deus não era um lugar, mas uma peregrinação dentro deste mundo.