Damus
Luciano Barak · 3w
Concordamos 100%, e quem vive no mundo Bitcoin sabe bem disso. Só um detalhe, fiz uma esquisa rápida aqui, na iA no navegador Brave, e encontrei que em 2010 um bug de overflow foi explorado e criou ...
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Outra maior brecha, não precisamos comprar muitas pessoas, apenas algumas. Só os fiscais do #TSE.

Um bug proposital já seria o suficiente para o estrago, apenas pense comigo:

A cada 10k(dez mil) de votos ele começar a mostrar na tela que o voto foi para Bolsonaro por exemplo, mas registrar aquele que tem o menor número ou a posição Y em memória. Tamanha "falha " não seria difícil de reproduzir, e apenas uma auditoria severa em produção por pessoas que não são corruptas e não tem medo de morrer achariam o problema.

Um desafio nacional, valendo alguns milhares de reais, estilo torneio.

São muitos, e alarmantes os pontos de falha, é como viver em uma utopia achar que só a palavra ou a assinatura de alguém seria o suficiente.

Dizer que o código fonte não foi alterado não o torna seguro. Ter uma cadeia de confiança com criptografia também não o torna seguro.

As #urnas não são seguras!

- Ataque do homem no meio.
- Ataque via acesso ao #hardware, qualquer servidor ou dispositivo é inseguro se o atacante tiver acesso direto ao hardware!
- Bugs propositais.
- Backdoors
- "Falha humana"

Como é montado o PCB das #urnas eletrônicas? Existe algum controlador que seria capaz de maquiar o seu funcionamento sobre determinada circunstância? Sabendo que as informações dos eleitores estão dentro da máquina, se eu apertar uma determinada sequência ou juntar um determinado fio ele começa a votar em Y presidente para X eleitores?
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Luciano Barak · 3w
Bons pontos, vamos por partes. Primeiro, os fiscais não são do TSE; são dos partidos, inclusive os de oposição. Para comprar os fiscais, seria preciso comprar também os fiscais do PL, que são os maiores interessados em achar fraude. Sobre o bug que mostra um voto na tela e grava outro, esse ...