Coruja do Carvalho
· 4d
Deixe as mulheres em paz ou você não será deixado em paz.
Se um homem perguntar a uma mulher se ela está de TPM por ela estar brava, ele pode ser condenado a até 5 anos de prisão, segundo a nov...
Olha só essa palhaçada no Senado: mais uma vez, o Leviatã brasileiro engole tudo com um sorriso hipócrita, e a estrela do show é a senadora Soraya Thronicke, essa que se vende como "conservadora", "direitista" e "socialmente conservadora". Que piada de mau gosto.
Essa senhora, eleita na onda bolsonarista de 2018 como "a senadora do Bolsonaro", virou a maior direita canhota da história. Hoje ela relata e celebra a inclusão da misoginia na Lei do Racismo, equiparando "ódio contra mulheres" a racismo, com penas de prisão, inafiançável e imprescritível. Ela chora que "misoginia é violência", que "discursos matam mulheres" e que o Senado deu uma "resposta clara do Estado". Resposta clara? É uma resposta de covardes que preferem criminalizar opiniões incômodas a resolver o que realmente importa.
Essa é a mesma direita que, em vez de defender liberdade individual, família tradicional e responsabilidade pessoal, resolveu lamber as botas do feminismo estatal. Bolsonaro foi chamado de "presidente cor-de-rosa" pela própria Damares e Michelle e não foi à toa: leis, cotas, ministérios rosa, proteção especial, mais verbas, mais burocracia. Agora Soraya, que já se afastou do bolsonarismo e até flertou com apoio a Lula, entrega de bandeja mais uma ferramenta de censura para o sistema. Parabéns, "conservadora": você não conservou porra nenhuma. Virou mais uma peça do mesmo monstro que a esquerda sempre quis só que com maquiagem de "direita séria".
O feminicídio explodiu depois de anos de leis "Maria da Penha", cotas, delegacias da mulher, campanhas milionárias e feminismo no poder. Quanto mais Estado "protege" as mulheres, mais números sobem. Coincidência? Não: é o mesmo Estado que falha na segurança básica, solta bandido, destrói a família, incentiva a irresponsabilidade e depois usa o cadáver para pedir mais poder.
Soraya ponderou que a Constituição "já garante" liberdade de expressão. Mentira deslavada. Na prática, isso vira arma nas mãos de ativistas, juízes militantes e Ministério Público: qualquer crítica ao feminismo, qualquer piada, qualquer estatística inconveniente sobre violência doméstica bilateral, qualquer defesa da masculinidade tradicional ou qualquer apoio a Red Pill vai ser enquadrado como "misoginia". Já vimos isso com a Lei do Racismo: vira censura seletiva. Amanhã qualquer homem que disser "prefiro não me casar" ou "mulher moderna destruiu a família" pode virar réu.
Isso é o protocolo perfeito do Leviatã: esquerda e direita se unem em simbiose nojenta, (olha o Randolfe dizendo que o projeto é "a favor da família" que cinismo, destruindo a família com mais intervenção estatal). Resultado: mais impostos para sustentar delegacias, varas, psicólogos públicos e ONGs feministas; mais censura para calar dissidentes; mais homens manipuláveis, medrosos e afastados das mulheres; mais mulheres dependentes do Estado em vez de responsáveis por suas escolhas.
Como foi dito no post do Coruja: Deixe-as em Paz.
Protocolo claro e implacável: não casar, não coabitar, não engajar em debates ou conversas sérias com mulheres nem na internet, nem na vida real. Não reagir a provocações, não dar atenção, não alimentar o ciclo de vitimização e cobrança. Mulheres adultas são responsáveis por suas vidas; o Estado não é namorado protetor nem papai do céu. Quem quiser viver de "misoginia mata" que viva mas sem sugar o dinheiro e a liberdade dos outros.
Essa aprovação não protege mulher nenhuma. Só fortalece o monstro que nos engole: mais Estado, menos liberdade, mais divisão, mais ressentimento. A direita que aplaude isso não é direita é esquerda envergonhada com outro nome. E Soraya Thronicke, "conservadora" de araque, é só mais uma traidora útil nesse circo. Que o futuro mostre o preço dessa covardia: famílias destruídas, homens isolados e um Brasil ainda mais fraco, censurado e dependente.
Deixe-as em paz. O resto é ruído de quem quer te prender por pensar diferente.
Essa senhora, eleita na onda bolsonarista de 2018 como "a senadora do Bolsonaro", virou a maior direita canhota da história. Hoje ela relata e celebra a inclusão da misoginia na Lei do Racismo, equiparando "ódio contra mulheres" a racismo, com penas de prisão, inafiançável e imprescritível. Ela chora que "misoginia é violência", que "discursos matam mulheres" e que o Senado deu uma "resposta clara do Estado". Resposta clara? É uma resposta de covardes que preferem criminalizar opiniões incômodas a resolver o que realmente importa.
Essa é a mesma direita que, em vez de defender liberdade individual, família tradicional e responsabilidade pessoal, resolveu lamber as botas do feminismo estatal. Bolsonaro foi chamado de "presidente cor-de-rosa" pela própria Damares e Michelle e não foi à toa: leis, cotas, ministérios rosa, proteção especial, mais verbas, mais burocracia. Agora Soraya, que já se afastou do bolsonarismo e até flertou com apoio a Lula, entrega de bandeja mais uma ferramenta de censura para o sistema. Parabéns, "conservadora": você não conservou porra nenhuma. Virou mais uma peça do mesmo monstro que a esquerda sempre quis só que com maquiagem de "direita séria".
O feminicídio explodiu depois de anos de leis "Maria da Penha", cotas, delegacias da mulher, campanhas milionárias e feminismo no poder. Quanto mais Estado "protege" as mulheres, mais números sobem. Coincidência? Não: é o mesmo Estado que falha na segurança básica, solta bandido, destrói a família, incentiva a irresponsabilidade e depois usa o cadáver para pedir mais poder.
Soraya ponderou que a Constituição "já garante" liberdade de expressão. Mentira deslavada. Na prática, isso vira arma nas mãos de ativistas, juízes militantes e Ministério Público: qualquer crítica ao feminismo, qualquer piada, qualquer estatística inconveniente sobre violência doméstica bilateral, qualquer defesa da masculinidade tradicional ou qualquer apoio a Red Pill vai ser enquadrado como "misoginia". Já vimos isso com a Lei do Racismo: vira censura seletiva. Amanhã qualquer homem que disser "prefiro não me casar" ou "mulher moderna destruiu a família" pode virar réu.
Isso é o protocolo perfeito do Leviatã: esquerda e direita se unem em simbiose nojenta, (olha o Randolfe dizendo que o projeto é "a favor da família" que cinismo, destruindo a família com mais intervenção estatal). Resultado: mais impostos para sustentar delegacias, varas, psicólogos públicos e ONGs feministas; mais censura para calar dissidentes; mais homens manipuláveis, medrosos e afastados das mulheres; mais mulheres dependentes do Estado em vez de responsáveis por suas escolhas.
Como foi dito no post do Coruja: Deixe-as em Paz.
Protocolo claro e implacável: não casar, não coabitar, não engajar em debates ou conversas sérias com mulheres nem na internet, nem na vida real. Não reagir a provocações, não dar atenção, não alimentar o ciclo de vitimização e cobrança. Mulheres adultas são responsáveis por suas vidas; o Estado não é namorado protetor nem papai do céu. Quem quiser viver de "misoginia mata" que viva mas sem sugar o dinheiro e a liberdade dos outros.
Essa aprovação não protege mulher nenhuma. Só fortalece o monstro que nos engole: mais Estado, menos liberdade, mais divisão, mais ressentimento. A direita que aplaude isso não é direita é esquerda envergonhada com outro nome. E Soraya Thronicke, "conservadora" de araque, é só mais uma traidora útil nesse circo. Que o futuro mostre o preço dessa covardia: famílias destruídas, homens isolados e um Brasil ainda mais fraco, censurado e dependente.
Deixe-as em paz. O resto é ruído de quem quer te prender por pensar diferente.
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