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El Nardo de Sudamérica
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Idealizador do PPNND (Projeto Ponto Norte de Navegação Defensiva), auxiliando capitães a chegarem a seus destinos com o menor risco possível.

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Recent Notes

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### **Criei minha primeira chave gpg v6**

Há alguns dias criei minha chave gpg de versão 6 mista.

A chave primária (de certificação), a sub chave de assinatura e a primeira de criptografia são 100% clássicas, usando o algoritmo das curvas de Edwards de 256 bits, para maior agilidade e menos ocupação de espaço.

A diferença aqui é que o algoritmo dessas chaves é numa versão incompatível com o gnupg, ou seja, ele não conversa com 99% das chaves que existem na versão 4, a maioria, e na versão 5 mais experimental. Por isso eu tenho duas chaves, se eu fico apenas com essa, a maioria das pessoas não iriam conseguir criptografar para mim de suas chaves.

Mas as novidades continuam e a melhor parte é o algoritmo misto ML-KEM. Ele mistura o algoritmo quantum resistente com o clássico ed448 (uma versão mais forte das chaves Edwards) para proteger os dados com ambos os segredos. Eles raciocinaram assim: como esse algoritmo é novo, pode ser que descubram uma falha fatal nele, então, mesmo que quebrem o algoritmo quantum resistente, a versão 448 clássica ainda precisaria ser quebrada junta para revelar o segredo. Essa chave também não conversa com as outras.

Mas qualquer um que tiver um aplicativo da Sequoia, como o sq CLI ou o PGPony pode criptografar para essa chave é assinar com sua chave clássica.

É uma inovação bem interessante e, pela preocupação da comunidade Sequoia em tornar tudo usual, vai acabar superando a comunidade gnupg, que só vai viver de dar suporte a sistemas legados se continuar fechada assim.
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Piada (de mau gosto).
O Estado quer que as distribuições de kernel Linux coletem a idade dos usuários e relatem aos aplicativos.

# A internet com verificação de idade preocupa desenvolvedores

Leis estaduais nos [Estados Unidos](https://gizbr.uol.com.br/medicamento-brasileiro-para-doencas-de-pele-obtem-patente-nos-estados-unidos/) querem obrigar sistemas operacionais a coletar a idade dos usuários. A medida tenta proteger crianças online, mas desenvolvedores de Linux veem risco para privacidade, liberdade de uso e projetos de código aberto.

## O que muda para quem usa computador

De acordo com o _[The Verge](https://www.theverge.com/tech/930573/age-verification-bills-linux-open-source)_, a nova disputa não envolve apenas redes sociais ou aplicativos. Ela chega ao sistema operacional, a camada que liga o usuário ao computador.

A proposta SB26-051, apresentada em janeiro no estado norte-americano de Colorado, queria exigir que sistemas operacionais coletassem a idade dos usuários. Depois, essas informações chegariam aos desenvolvedores de aplicativos.

Na prática, isso permitiria bloquear experiências consideradas inadequadas para [crianças](https://gizbr.uol.com.br/criacao-rigorosa-regioes-cerebro-menores/). Também poderia limitar recursos do sistema, como acesso de administrador e interação com certos aplicativos.

Para grandes empresas, a adaptação parece possível. Para projetos pequenos, mantidos por equipes enxutas ou voluntários, a regra cria um problema caro e complexo.

## Por que o Linux entrou na discussão

Carl Richell, fundador e CEO da System76, percebeu que a lei poderia atingir sua empresa. A System76 fica em Denver e desenvolve o Pop!_OS, uma distribuição [Linux](https://gizbr.uol.com.br/made-brazil-por-que-usar-o-linux-afinal-voces-responderam/).

Richell argumentou que o código aberto ensina computação porque permite estudar, modificar e reconstruir sistemas reais. Para ele, um mecanismo que restringe crianças nesse ambiente enfraquece esse aprendizado. “Todos deveriam ter acesso à capacidade de criar com um computador”, afirmou Richell.

A pressão funcionou. Em 1º de maio, o Colorado aprovou o projeto com uma exceção para sistemas operacionais de código aberto, como Linux.

## A Califórnia colocou prazo no debate

A preocupação cresceu depois que a Califórnia aprovou a AB 1043. A lei exige que sistemas operacionais e lojas de aplicativos coletem a idade dos usuários durante a configuração do dispositivo a partir de 1º de janeiro de 2027.

Porém, mesmo que um projeto Linux inclua verificação de idade, outra pessoa pode criar uma versão modificada e remover o recurso.

Esse é um ponto central do software livre. O usuário pode copiar, redistribuir e modificar o sistema. A lei tenta controlar uma arquitetura que nasceu para permitir alterações.

## Privacidade virou ponto de atrito

Defensores de privacidade criticam a coleta centralizada de idade. Michael Dolan, da Linux Foundation, reconhece a importância de proteger crianças online, mas vê falha no método.

“Mandatos de verificação de idade impostos a sistemas de código aberto criam novos riscos de privacidade, enquanto continuam fáceis de burlar”, disse Dolan. Para ele, isso representa “teatro de segurança”, sem melhora real na proteção infantil.

O debate também envolve Illinois, Nova York e outros estados. Em Nova York, o projeto S8102A quer exigir verificação de idade em qualquer desktop, notebook, smartphone, tablet ou dispositivo com acesso à internet.

## Desenvolvedores buscam saídas diferentes

A Canonical, responsável pelo Ubuntu, informou que analisa a legislação com aconselhamento jurídico. O Fedora discute soluções locais, com menor impacto na privacidade.

Outros projetos adotaram tom mais duro. O MidnightBSD disse que excluirá moradores da Califórnia do uso em desktops a partir de 2027. O Ageless Linux foi criado como protesto e troca o campo de data de nascimento por uma API que não retorna dados.

O caso também pode favorecer o Linux. A Zorin OS afirma que sua versão 18 teve quase 4 milhões de downloads desde outubro, com mais de 78% vindos de dispositivos Windows e macOS.

Se governos exigirem controles mais rígidos em sistemas comerciais, parte dos usuários pode procurar alternativas com mais controle local.

Ou seja, a disputa sobre idade, privacidade e código aberto ainda está começando.

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Otavio · 10w
Não.
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ · 10w
A maçonaria patrocinou a proliferação do protestantismo pelo Brasil para minar a influência da Igreja no Império, principalmente na década de 1870. O objetivo era criar um conflito insolúvel q...
El Nardo de Sudamérica profile picture
Interessante.

Algumas questões: se ainda hoje a maioria no Brasil é católica, o que nos faz pensar que uma minoria em 1889 suplantou a vontade da maioria?

A monarquia estava a favor da maçonaria, porque eles gostariam de derrubar? Por causa da lei áurea?

O catolicismo também não ensina a subserviência ao estado e via os reis como escolhidos de Deus igual os protestantes são acusados aqui?

Protestantes não gostavam muito de monarquia, a maioria na Europa estava perseguindo e matando eles, isso o artigo não fala, porque eles vieram para o novo mundo com ideais republicanos.
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ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ · 10w
1ª: Não, não é. Pode até aparecer em dados do IBGE, mas não são católicos convertidos. E há outros fatores que levaram à descatolicização, como o financiamento da CIA para proliferar o protestantismo na América Latina durante a Guerra Fria. Além de outros fatores, que vão além do pro...
TJR Goat Express · 11w
Ah é uma pena porque eu quero guardar as ROMs de jogos antigos numa nuvem para preservar os jogos. Os jogos de PS2 que tenho no PC tem o total 103 GB, são várias ISOs de PS2.
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Terabox cabe. E Telegram também.
As isos de PS2 tinham 700MB ou 4.6 GB em média? Se for a primeira opção, o Telegram é perfeito para isso.
Infelizmente não tem sincronizador automático de pastas (nem sei se o Terabox tem, para falar verdade) e não tem link externo compartilhável para baixar sem precisar fazer login (também nem sei se o Terabox tem).
TJR Goat Express · 11w
Os jogos como GTA tem em média 4 GB.