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Alexandre Oliva
@Alexandre Oliva

Main interests: Free Software, Neurodivergence, Veganism, Marxism, Politics, Social Justice, Environment, Vocal/Choir Music; Affiliations: GNU, FSF, FSFLA, 0G, Linux-libre, GCC, glibc, Libre-SOC, AdaCore; Languages: Português; English; Español; learning Esperanto, French, Ukrainian, Japanese;
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Recent Notes

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(*) não faz muito tempo que descobri que alguns alimentos me provocam reações hemorrágicas. é coisa de pequena escala, que pára sozinha, sem muita explicação (fiz vários exames em busca de causas, antes de identificar os alimentos do dia a dia que me provocavam os sintomas) e sem grandes consequências, no máximo ter de suplementar ou repor ferro de vez em quando. uma vez identificados esses alimentos, eu passei a evitá-los, e vida que segue. no sábado, eu devo ter consumido algum que eu ainda não sabia, e me deu a pior reação que já tive. cheguei a pensar que fosse precisar buscar apoio para emergência médica, mas estancou. sobrevivida a crise, agora é proporcionar ao organismo o que precisa pra se recompor, e ver se descubro o que foi que causou tamanho estrago. senti que chegou a fazer diferença no fôlego, em atividade.
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imagine being free to promote things that harm people and choosing not to do so for ethical reasons.

the horror!

it must be really hard for some to understand this sort of reasoning.

CC: @nprofile1q...
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senta que lá vem história

era 1992 ou 1993, eu caminhava na parte mais famosa da famosa Rua das Flores, em Curitiba, a Boca Maldita, na companhia de uma conhecida de pouco tempo atrás, e que eu não lembro de ter encontrado novamente depois do episódio que vou contar

estava lá, também na Boca Maldita, o músico Oswaldo Montenegro, na companhia de outras duas pessoas claramente próximas dele.

surpreendentemente, ele não estava cercado por uma multidão pedindo autógrafos. parecia um anônimo qualquer. nem acreditei direito que era ele. eram poucos anos depois de Lua e Flor ter estourado na novela O Salvador da Pátria e alçá-lo a um degrau ainda mais alto na fama nacional. mas ninguém o perturbava.

até que nós passamos por lá e nos aproximamos. eu timidamente perguntei "você é você mesmo?", ao que ele sorriu e respondeu "eu sou eu, mas não sei se sou quem você está pensando que sou". "oswaldo montenegro?" ele sorriu confirmando.

os amigos dele se afastaram um pouco. pedimos autógrafo. eu não tinha um mísero pedaço de papel em branco. perguntei se ele daria autógrafo em extrato de banco, daqueles de maquininha. ele ainda brincalhão falou "não sendo cheque, eu assino". minha companhia pediu pra ele autografar um maço de cigarros, e ele tampouco se fez de rogado.

guardei esse extrato de banco por um bom tempo, mas não sei que fim levou. ficou só a memória desse encontro fortuito, surreal e divertidíssimo.

mas olha só, lembra que falei de duas pessoas que estavam com ele?

tenho quase certeza de que uma delas era a Madá, Madalena Salles, ex-companheira de vida e flautista que tocou com ele desde o princípio dos tempos. vergonha de não tê-la (re)conhecido, até então acho que eu só tinha ouvido ela tocar e cantar. o outro eu não sei mesmo quem era, mas na minha memória imaginada/reconstituída era o Milton Guedes. nunca saberei ao certo.

muito depois desse encontro, eu tive essa impressão de que eles estavam fazendo uma espécie de aposta se ele seria reconhecido. na minha imaginação, os amigos diziam que ele era famoso e que seria reconhecido rapidamente, e ele dizia pros amigos que eles também eram e também seriam reconhecidos. no caso, só reconhecemos ele mesmo; talvez outros depois tenham reconhecido os outros.

lembro da primeira vez que ouvi falar dele. era tipo 1986, eu "trabalhava" numa empresa em que meu pai era sócio, e a secretária me contou de um show maravilhoso que ela tinha ido assistir, desse tal de Oswaldo Montenegro. que era muito divertido porque quando ele cantava "me mandei pra Curitiba", em Drops de Hortelã, o pessoal de lá vibrava. e foi assim que eu liguei esse artista de que ela falou com esse do qual, anos depois, me tornei grande fã, desses de ter vários CDs e até autógrafo em extrato de banco.
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now, I'll concede that snapping back, like some probably do, is probably not the best way to raise the awareness that GNU deserves for having started and developed most of the GNU/Linux operating system.

however, it's ludicrous to suggest that GNU/Linux hasn't grown so much against established monopolies because of the few who take issue with the mislabeling and point it out, dismissing the huge market manipulation effected by the dominant powers.

BTW, if you use the term "Linux" to refer to the kernel named Linux, that shouldn't be a problem at all. the problem is referring to GNU, combined or not with Linux, as if it were all Linux. Linux is the freedom-depriving kernel that runs underneath Android, and one of the (freedom-depriving, unless you use GNU Linux-libre) kernels that runs underneath GNU.
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you know... it's not really cool to insult those of us who've made such a great freedom-giving gift as GNU for you, by referring to it by the name of a freedom-denying kernel dominated by people who attempt to erase our contributions from history. your complaint feels like "shut up and don't complaining that we're calling you names, we don't care and we don't want to care" to me.

#Linux #GNU #GNULinux #Culture #Empathy
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como planejado, fui à #caminhada um tanto cedo. o sol já estava fazendo esquentar, mas no meio da voltona ao redor do parque e da praça, caiu um chuvisquinho pra dar uma refrescada. a pista já tinha algum movimento, mas ainda estava bem tranquila comparando com o que deve ficar mais tarde. parece que essa voltona está se tornando meu novo normal. muito bom isso.
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2. He suggested that if he defines a spec and gives that to a code generator, then it would be useless to have the same code generator generate all these unit tests.
this one stood out to me as a rare and particularly clueful point among the others; is it by any chance missing a negation somewhere?
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promessa é dívida: o tempo estava fechado, fresquinho, com alguma ameaça de chuva, mas nem olhei a previsão, só fui. dei a voltona por fora do parque e da praça, novamente abusando um pouco da sorte. deu bom. ainda tava meio derrubadinho, presumivelmente por conta da vacina que tomei antes de ontem, e mesmo assim sem forçar fiz um tempo dentro da média recente.

amanhã é domingão, #caminhada com emoção no meio da multidão. espero conseguir ir bem cedinho pra ver se ainda pego o parque mais tranquilo. hoje eu fui um pouco mais tarde do que planejava, fiquei meio que esperando amanhecer pra começar a pensar em sair, mas já não tá mais amanhecendo lá pelas 5h aqui, como quando comecei as caminhadas, e ainda com o tempo encoberto e o trabalho rendendo, já tava mais pras 6h quando eu percebi que já tinha luz do sol lá fora.
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a #caminhada planejada para esta noite foi adiada por conta de programa familiar e muita chuva. o plano é fazê-la amanhoje pela manhã, depois de um serão que começa em breve.