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O tiro saiu pela toga



Quinta-feira foi um dia ímpar para a política no Brasil. Após Gilmar Mendes mudar as diretrizes da Globo para encaixar Renan Santos no debate, e Estela Aranha, juíza do https://revistaoeste.com/politica/tse/, proibir que Lula fosse questionado e que a emissora carioca deixasse o seu púlpito vazio no estúdio, os céticos e moralmente míopes que até então diziam que as interferências judiciais nas eleições para favorecer Lula não passavam de uma conspiração, finalmente puderam constatar o óbvio por meio do maior canal televisivo do país. E o melhor, com os seus próprio olhos.

Gilmar é um dos conhecidos portos seguros das ações judiciais que afetam Lula no https://revistaoeste.com/politica/o-que-e-stf/. Há tempos que nem mesmo o mais aguerrido jornalista esquerdista consegue negar isso. Estela, por sua vez, desde antes de receber o cargo no TSE, se assumia publicamente como lulista ‒ temos até vídeo a esse respeito, segura a censura, Moraes. Não entrarei na obviedade que Estela e Gilmar envergam até na alma aquilo que todos os juízes jamais deveriam ser: parciais. E nem choverei no molhado ao dizer que a democracia acaba quando tribunais superiores favorecem candidatos determinados. Respeito demais a inteligência de quem está lendo.

Fato é que o negócio foi tão escrachado, desesperado e imprudente que até mesmo os jornalistas de esquerda ficaram espantados. Algo como: “Orra... mas nem disfarçaram desta vez”. Pois é, não disfarçaram. As decisões de Mendes e Aranha foram claras demais para que a já batida “defesa da democracia” fosse o suficiente para convencer meia dúzia de desavisados. E por isso mesmo julgo que o grande revés da esquerda, pós quinta-feira, está na derrocada da narrativa principal. Está mais do que claro que não é “pela democracia”, e sim por Lula.

Tribunais jogam para Lula

Isso porque falar de imparcialidade eleitoral dos ministros virou papo de maluco; hoje TSE e STF estão para a imparcialidade tal como os bordéis estão para a castidade. Temo que a grande mídia não conseguirá mais embalar o argumento de que eles estão aí para garantirem a democracia e a lisura eleitoral. Não cola mais. A reboque, o https://revistaoeste.com/politica/poder-judiciario-o-que-e/ conseguiu dar razão a pelo menos três das principais teses da campanha de Flávio Bolsonaro: 1. Estamos sob uma ditadura do Judiciário; 2. O Judiciário trabalha em prol de Lula; 3. Logo, a ação seguinte de uma população minimamente sensata é se unir contra a esquerda e o sistema.

Além disso, Flávio Bolsonaro sofria para se vender como o candidato que defenderia a liberdade de expressão em suas múltiplas subdivisões, mas foi justamente a imagem do “Flávio defensor de liberdades” que STF e TSE, sem querer, ajudaram a desenhar no imaginário popular depois de quinta-feira. Era Flávio ‒ ainda na quinta ‒ quem defendia a liberdade de imprensa da Globo, enquanto a esquerda, entre calados e “veja como isso é bom”, brigava para enfeitar o cocô de Gilmar e Estela. Talvez, ao final, o tiro tenha saído pela toga.

A ditadura do Judiciário

Afinal, antropologicamente, o sentimento popular tende a se envergar para apoiar os injustiçados. Ao protegerem Lula, os juízes deixaram a sensação imediata de que o sistema ‒ o mesmo sistema que ninou Vorcaro em peitos fofos ‒ quer que Lula se mantenha no poder a todo custo.

Para os ainda lúcidos, o Judiciário tornou a escolha de domingo mais fácil. Se até há poucos dias uma resistência moral, política e até mesmo ideológica se interpunha entre parte da população e Flávio, acredito que Gilmar e Estela arranjaram um porquê de vencê-la. Muitos colegas de redação vêm apurando um movimento que eu mesmo confirmo por minhas vias: eleitores de Caiado, Zema, Cury e até alguns de Renan, vêm dizendo que depois da pataquada na Globo eles iriam apoiar Flávio já no primeiro turno.

Se tivesse um jogo do bicho para presidentes ‒ já que Lula recém descobriu que as bets são do capeta ‒, apostaria com força num maciço crescimento de Flávio na votação de domingo. E se é minimamente verdade que o povo não é trouxa, então agora ele sabe quem é o candidato do sistema, o que tal sistema faz para proteger os seus, e por que ele apoia Lula.

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https://www.youtube.com/watch?v=rBkmWRrDXT8

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Voto nulo pode cancelar uma eleição? Entenda a regra



Votar nulo não cancela uma eleição, mesmo que mais de 50% dos votos tenham sido registrados dessa forma. Segundo o https://revistaoeste.com/politica/tse/ a escolha feita pelo eleitor na urna não se confunde com a anulação de votos determinada pela Justiça Eleitoral. A mesma regra vale para os votos em branco.

Ambos aparecem nas estatísticas da votação, mas ficam fora da contagem dos votos válidos, que determina os resultados. Também não são transferidos para o candidato mais votado nem acrescentados à votação de qualquer partido.

De onde vem a confusão

O artigo 224 do Código Eleitoral prevê uma nova eleição quando a nulidade atinge mais da metade dos votos, nas situações descritas pela norma. Essa previsão, porém, trata de uma nulidade reconhecida pela Justiça, e não da decisão do eleitor de anular o próprio voto.

A jurisprudência reunida pelo TSE nohttps://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4737-15-julho-1965-356297-norma-pl.html esclarece que os votos nulos registrados por escolha do eleitor não se somam aos votos anulados judicialmente para essa finalidade. Portanto, uma campanha para que a população digite números inválidos não obriga a convocação de outra disputa.

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A anulação judicial pode decorrer de irregularidades eleitorais. A realização de uma nova votação depende das hipóteses previstas na legislação e da decisão da Justiça Eleitoral. O porcentual de votos nulos na urna, isoladamente, não produz esse efeito.

Como brancos e nulos entram na apuração


O sistema eletrônico de votação é utilizado em todo o território nacional | Foto: Agência Brasil/Divulgação.

Nas eleições para presidente e governador, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos para vencer no primeiro turno. Como brancos e nulos ficam fora dessa conta, a maioria exigida não é calculada sobre o total de pessoas que compareceram às urnas.

Nas disputas proporcionais, como as de deputados, esses votos também ficam fora dos cálculos que distribuem as cadeiras entre partidos e federações. Os votos dados a candidatos e os votos de legenda integram essa contagem.

Para votar em branco, o eleitor pressiona “Branco” e depois “Confirma”. O voto nulo ocorre quando ele digita um número que não corresponde a uma candidatura ou legenda válida e confirma. A diferença está no procedimento: o efeito dos dois na apuração é o mesmo.

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Seu voto vale bilhões para os partidos



Os votos que as urnas registrarem no próximo domingo, 4, também definem a distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o Fundão. Criado em 2018, o recurso garantiu R$ 5 bilhões para os partidos gastarem durante as Eleições de 2026. Basta existir para ter acesso a uma parte da verba, ainda que pequena. Mas nada supera o valor de uma grande bancada na Câmara.

Ter registro na Justiça Eleitoral garante R$ 3,3 milhões. É quase o dobro do faturamento médio do ano inteiro das empresas especializadas em serviços no Brasil. Ainda assim, não passa de um traço perto dos valores destinados às legendas mais ricas. Existem 30 partidos políticos no Brasil, cinco deles controlam R$ 2,8 bilhões (58%) do financiamento público das campanhas. A diferença acontece em razão da quantidade de parlamentares na Câmara e no Senado filiados a essas legendas, os principais critérios para o acesso ao dinheiro.

Quatro regras definem a distribuição do dinheiro. Por ordem de valor, a menor parcela é repartida igualmente entre todos os partidos, 2% de todo o dinheiro no Fundão. Como foram praticamente R$ 5 bilhões em 2026, a fatia a dividir ficou R$ 100 milhões, R$ 3,3 milhões para cada. Outros 15% são distribuídos de acordo com o número de senadores de cada partido.

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Além disso, os partidos com ao menos um deputado federal repartem 35% do Fundão de modo proporcional, de acordo com a quantidade de votos recebidos pela legenda para a Câmara na eleição anterior. E os 48% restantes são divididos segundo o tamanho da bancada na Casa.

No fim das contas, 83% da verba do fundo sofre influência direta da votação nos deputados federais, seja por meio do partido ou do parlamentar. No caso da cota da legenda, quanto maior a votação do candidato, mais dinheiro ele vale para a próxima eleição.

Cada deputado representa, no mínimo, R$ 4,6 milhões para o partido, mas esse valor aumenta substancialmente quando o parlamentar é muito popular. Em 2022, por exemplo, o mineiro Nikolas Ferreira foi o deputado federal eleito com a maior votação no Brasil. Ele conquistou 1,4 milhão de votos, o que rendeu ao partido outras seis cadeiras na Câmara. Somando o valor recebido por voto e pelos assentos, ele rendeu quase R$ 56 milhões em verbas do Fundão para o PL, partido ao qual é filiado desde a última eleição.

Não por acaso, os dois partidos com as maiores bancadas na Câmara têm conseguido mais recursos do Fundão. O PL de Nikolas lidera esse ranking com R$ 881 milhões — a mesma legenda de Flávio Bolsonaro. O segundo lugar é do PT (R$ 615 milhões). E os outros que fazem parte do grupo no controle de mais de 50% da verba são União Brasil (R$ 526 milhões), PSD (R$ 421 milhões) e PP (R$ 417 milhões).

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Eleitor pode levar ‘colinha’ para a urna; veja como fazer para não errar o voto



No dia 4 de outubro de 2026, mais de 158 milhões de eleitores em todo o país irão às urnas para escolher o presidente da República, governadores dos Estados, senadores, deputados estaduais e federais, além dos deputados distritais (no caso do Distrito Federal). Diante de tantos números a serem digitados, é importante levar uma “colinha” para não se perder na hora do voto.

Segundo orientações do https://www.tse.jus.br/, anotar os números dos seis candidatos na “colinha” ajuda a evitar erros e ainda contribui para reduzir filas nas seções eleitorais.

"A chamada 'colinha eleitoral', com os números das candidaturas, pode ser levada para a cabine, desde que esteja impressa. O uso da anotação ajuda o eleitor a consultar os números antes de digitá-los na urna", informa o TSE.

+ Entenda o que é https://revistaoeste.com/politica/politica em Oeste

A ordem de votação que aparecerá na urna no 1º turno do pleito, no dia 4 de outubro, será a seguinte:

- Deputado federal

- Deputado estadual

- Senador (1ª vaga)

- Senador (2ª vaga)

- Governador

- Presidente da República

Cada cargo é identificado por uma sequência numérica. Para votar no deputado federal, é necessário teclar quatro dígitos na urna eletrônica; para deputado estadual, são cinco; para senadores, três dígitos; já para governador e presidente, são dois dígitos.


Eleitores terão de votar seis vezes nas eleições deste ano | Foto: Reprodução/TRE-SP

‘Colinha’ em papel e simulador

De acordo com a Justiça Eleitoral, o eleitor deve levar sua “colinha” em papel, já que não é permitida a entrada com aparelho celular na cabine de votação. A restrição consta do artigo 23 da https://www.tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2026/resolucao-no-23-759-de-26-de-fevereiro-de-2026, que também proíbe o uso de câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer outro equipamento eletrônico.

O celular pode ser usado apenas para a identificação do eleitor junto à mesa receptora de votos por meio do aplicativo e-Título (desde que mostre a foto do eleitor) ou pela apresentação de outros documentos oficiais em formato digital, como a CNH Digital e o RG Digital.

O eleitor pode procurar modelos de “cola” eleitoral e começar a treinar antes mesmo do dia da votação. O https://www.tre-sp.jus.br/, por exemplo, preparou um desses modelos: disponível para download e impressão, o material traz os cargos em disputa na mesma sequência da urna.

Leia também: https://revistaoeste.com/no-ponto/ministros-veem-ala-do-stf-preparando-terreno-para-contestar-resultado-eleitoral/

A “colinha” também pode ser retirada nos cartórios eleitorais, que dispõem de uma quantidade equivalente a 10% do eleitorado cadastrado na zona eleitoral.

Também há a possibilidade de o eleitor utilizar o simulador de votação criado pela Justiça Eleitoral. Qualquer um pode acionar a ferramenta pelo celular ou pela internet. O simulador reproduz a ordem de votação, com candidatos fictícios.

Durante a simulação, o eleitor passa pelas seis etapas da votação e pode usar a “cola” eleitoral com os números de candidatos fictícios que lhe são apresentados. Assim, é possível treinar a sequência dos cargos antes de ficar frente a frente com a urna eletrônica, no dia 4.

https://www.youtube.com/watch?v=WxV7ZhEcr7Y

Atenção para não ‘perder’ o voto

A Justiça Eleitoral também faz um alerta especial aos eleitores, que neste ano terão de escolher não apenas um, mas dois candidatos ao Senado em cada Estado. Isso acontece porque, nas eleições de 2026, dois terços do Senado (o que corresponde a 54 das 81 cadeiras) serão renovados.

O voto para senador é nominal e o número do candidato tem três dígitos. Ao contrário do que ocorre nas eleições proporcionais, não é permitido votar apenas no número do partido. Se o eleitor digitar somente o número de legenda, a urna não permitirá o prosseguimento da votação. Caso prossiga com um número inválido, o voto será considerado nulo para o cargo.

A votação para o Senado é estadual, de modo que cada eleitor só pode votar em candidatos que concorrem pelo seu Estado de domicílio eleitoral. “Votos eventualmente digitados para candidatos de outras unidades da Federação não serão computados”, informa a Justiça Eleitoral.

Eleições 2026

Segundo dados do TSE, 158,7 milhões de eleitores estão habilitados a votar em todo o país no peito deste ano.

O eleitorado brasileiro está distribuído em 5.571 municípios, além de 186 cidades no exterior. A votação ocorrerá em 517.206 seções eleitorais, organizadas em 2.641 zonas eleitorais.

Em comparação com a última eleição geral, houve aumento de 2,3 milhões de eleitores aptos a votar, o que representa uma alta de 1,4%. Em 2022, eram 156,4 milhões.

Fora do Brasil, 918.876 pessoas estão habilitadas a votar em 2026, número que representa pouco mais de 0,5% por cento do eleitorado nacional.

Leia também: https://revistaoeste.com/politica/quase-1-milhao-de-brasileiros-no-exterior-podem-votar-em-2026/

https://www.youtube.com/watch?v=PW3DECqzUSs

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Ciclone se forma e frente fria avança no país neste sábado



Um ciclone extratropical se forma no Sul do país neste sábado, 3. O fenômeno climático é responsável pela frente fria que atinge o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste. Há riscos de chuvas intensas em São Paulo, em Minas Gerais e em Mato Grosso do Sul, informa o site https://www.tempo.com/.

O ciclone extratropical vai se formar sobre o Rio Grande do Sul neste sábado. Além disso, uma frente fria atua nos três Estados sulistas. Em Curitiba, a mínima prevista para a manhã é de 12°C. Há chances de precipitações em áreas próximas a Uruguaiana (RS).

O clima no https://revistaoeste.com/tag/sudeste/ é de pancadas volumosas tanto nas capitais quanto no interior dos Estados. Em razão da frente fria que avança no país, as temperaturas permanecem baixas na região, principalmente no período da manhã. Na capital paulista, a máxima prevista é de 21°C neste sábado.

A previsão no Centro-Oeste é de chuvas intensas, além de elevadas temperaturas à tarde, com destaque para Cuiabá e Goiânia. Os termômetros alcançam os 26°C em Brasília.


O mapa do clima do Brasil indica chuvas intensas no Sul, no Sudeste e no Norte do país neste sábado, 3 | Foto: Reprodução/Inmet

Dia de ciclone, frente fria e chuvas intensas

No https://revistaoeste.com/tag/nordeste/, o clima é de sol e calor nos períodos da manhã e da tarde neste sábado em toda a faixa litorânea, assim como no interior nordestino, áreas em que o ar permanece seco. A máxima prevista para Fortaleza é de 31°C.

No Norte do país, em decorrência da alta umidade do ar presente na região, o clima é de pancadas volumosas, principalmente em Manaus, Rio Branco e em Palmas, além de temperaturas acima dos 30°C em todas as capitais. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a máxima em Boa Vista é de 36°C.

+ Leia mais notícias do https://revistaoeste.com/brasil/ em Oeste

Estagiária de jornalismo em São Paulo. Sob supervisão de Anderson Scardoelli

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Como consultar o patrimônio declarado pelos candidatos nas eleições de 2026



Nas https://revistaoeste.com/politica/eleicoes/ de 2026, o eleitorado brasileiro vai escolher presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, dois senadores por Estado e pelo Distrito Federal, além de deputados federais e estaduais ou distritais. Para disputar um cargo eletivo, cada candidato deve apresentar à Justiça Eleitoral uma declaração atual de bens. Os dados podem ser consultados por qualquer pessoa.

A principal ferramenta para fazer essa consulta é o DivulgaCandContas, sistema do https://revistaoeste.com/politica/tse/. A plataforma reúne informações sobre candidaturas, partidos e contas eleitorais. Também permite pesquisar os candidatos por cargo, Estado e município.

Como consultar os bens declarados

O primeiro passo é acessar o site do https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/home. Na plataforma, o eleitor pode escolher a região e a eleição que deseja consultar. Em seguida, deve selecionar o Estado, o cargo e o candidato.

Cada candidatura possui uma página própria, com informações como nome, número, partido ou federação e situação do registro. Entre os dados disponíveis está a declaração de bens.


Página inicial do portal do DivulgaCandContas | Foto: Reprodução/DivulgaCand

Na página do candidato, é possível acessar a relação do patrimônio informado à Justiça Eleitoral. A declaração pode incluir imóveis, veículos, participações em empresas, aplicações financeiras e outros bens declarados pelo candidato.

TSE reúne outras informações sobre candidatos

Além do patrimônio, o DivulgaCandContas permite consultar a situação do registro da candidatura, planos de governo, quando aplicável, arrecadação e gastos de campanha.

As informações financeiras das campanhas recebem atualizações periódicas, e o TSE informa que a plataforma permite acompanhar receitas e despesas declaradas à Justiça Eleitoral. O banco de dados também possui registros de eleições anteriores.

Leia também: “https://revistaoeste.com/politica/de-25-paises-as-urnas-brasileiras-os-candidatos-nascidos-fora-do-brasil/”

O eleitor também pode consultar o Portal de Dados Abertos do TSE, que reúne bases de dados das eleições, incluindo informações sobre candidaturas, bens, propostas, prestação de contas, processos e resultados eleitorais.


Pagina de candidato no portal DivulgaCandContas | Foto: Reprodução/DivulgaCand

Outra opção é a página de Estatísticas Eleitorais, que oferece painéis para cruzar dados por eleição, Estado, município, cargo e situação da candidatura.

A consulta aos canais oficiais permite verificar diretamente as informações registradas na Justiça Eleitoral e acompanhar eventuais mudanças na situação das candidaturas.

+ Entenda notícias de https://revistaoeste.com/politica/politica-no-brasil-hoje/ em Oeste

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Quem são os 32 senadores que tentam permanecer no cargo por mais 8 anos



Enquanto centenas de candidatos disputam uma vaga no https://revistaoeste.com/tag/senado nas https://revistaoeste.com/tag/eleicoes-2026/, 32 parlamentares entram na corrida para permanecer onde já estão. Com mandatos que terminam em janeiro de 2027, os parlamentares buscam a reeleição e mais oito anos na Casa.

+ https://revistaoeste.com/politica/eleicoes-podem-redesenhar-dois-tercos-do-senado-em-outubro/

O grupo representa quase 60% dos atuais ocupantes das 54 cadeiras colocadas em disputa neste ano. Os outros 22 postos necessariamente trocarão de titular: 13 senadores não concorrem a nenhum cargo e nove deixaram a corrida pela reeleição como titulares para disputar outros postos ou integrar chapas como suplentes.


Nesta eleição, o eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado| Foto: Divulgação/Agência Brasil

O tamanho da renovação do Senado, portanto, vai depender principalmente do desempenho desses 32 candidatos. Se todos vencerem, a Casa terá pelo menos 22 novos titulares entre as vagas submetidas às urnas. A cada senador que fracassar na tentativa de reeleição, porém, mais uma cadeira mudará de mãos.

+ Entenda o que é https://revistaoeste.com/politica/politica/ em Oeste

Em 2018, última eleição em que dois terços do Senado foram renovados, o cenário era semelhante: 32 senadores tentaram conquistar mais oito anos de mandato. Contudo, apenas oito conseguiram se reeleger. Os outros 24 foram derrotados, e 46 das 54 vagas em disputa foram renovadas.


A nova legislatura do Senado pode ou não tirar da gaveta pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal| Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Quem tenta ficar no Senado

Neste ano, os 32 candidatos à reeleição estão espalhados por 23 Estados e pelo Distrito Federal. Apenas Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo não têm entre os atuais ocupantes das vagas em disputa um senador buscando permanecer no cargo como titular. Veja quem são:

Acre

- Marcio Bittar (PL) — Senador desde 2019, tenta conquistar o segundo mandato consecutivo. Antes de chegar à Casa, exerceu mandatos de deputado federal e deputado estadual.

- Sérgio Petecão (PSD) — Está no Senado desde 2011 e busca o terceiro mandato consecutivo. Se vencer e concluir o novo mandato, chegará a 24 anos seguidos na Casa.

Alagoas

- Renan Calheiros (MDB) — Um dos parlamentares mais longevos do Congresso, exerce mandatos consecutivos no Senado desde 1995 e busca permanecer na Casa por mais oito anos.

Amapá

- Lucas Barreto (PSD) — Eleito senador em 2018, tenta conquistar o segundo mandato consecutivo. Antes disso, foi vereador de Macapá e deputado estadual.

- Randolfe Rodrigues (PT) — Senador desde 2011, disputa o terceiro mandato consecutivo. Antes de chegar à Casa, exerceu dois mandatos como deputado estadual do Amapá.

Amazonas

- Eduardo Braga (MDB) — Ex-governador do Amazonas, está no Senado desde 2011 e busca o terceiro mandato consecutivo.

- Plínio Valério (PSDB) — Eleito em 2018, tenta permanecer por mais oito anos. Antes de chegar ao Senado, foi deputado federal e vereador de Manaus.

Bahia

- Angelo Coronel (Republicanos) — Eleito senador em 2018 pelo PSD, tenta conquistar o segundo mandato, agora pelo Republicanos. Antes de chegar ao Senado, foi deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa da Bahia. A candidatura está deferida pela Justiça Eleitoral. 

- Jaques Wagner (PT) — Ex-governador da Bahia e ex-ministro, foi eleito senador em 2018 e busca permanecer na Casa por mais oito anos.

Ceará

- Cid Gomes (PSB) — Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, foi eleito senador em 2018 e disputa o segundo mandato consecutivo.

Distrito Federal

- Leila Barros (PDT) — Eleita em 2018, tenta conquistar mais oito anos no cargo. Ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei, foi secretária de Esporte do Distrito Federal antes de chegar ao Senado.

Espírito Santo

- Fabiano Contarato (PT) — Eleito senador em 2018, tenta renovar o mandato. Delegado de polícia antes de ingressar na política, chegou à Casa originalmente pela Rede e posteriormente filiou-se ao PT.

- Marcos do Val (Avante) — Eleito em 2018, disputa a permanência no Senado por mais oito anos.

Goiás

- Vanderlan Cardoso (PSD) — Senador desde 2019, busca o segundo mandato. Ex-prefeito de Senador Canedo, também já disputou o governo de Goiás e a Prefeitura de Goiânia.

Maranhão

- Eliziane Gama (PT) — Eleita em 2018, tenta permanecer no Senado. Antes de chegar à Casa, exerceu mandatos de deputada estadual e federal.

- Weverton (PDT) — Eleito senador em 2018, busca o segundo mandato consecutivo. Em 2022, concorreu ao governo do Maranhão.

Mato Grosso

- Carlos Fávaro (PSD) — Senador por Mato Grosso, tenta renovar o mandato conquistado nas urnas em 2020, quando venceu a eleição suplementar realizada depois da cassação de Selma Arruda. Fávaro comandou o Ministério da Agricultura e Pecuária no governo Lula até março deste ano, quando deixou o cargo para disputar a reeleição e retornou ao Senado. 

Mato Grosso do Sul

- Soraya Thronicke (PSB) — Eleita senadora em 2018, busca o segundo mandato. Durante o atual período no Senado, disputou também a Presidência da República em 2022 pelo antigo partido no qual foi eleita, o União Brasil.

Minas Gerais

- Carlos Viana (PSD) — Eleito senador em 2018, tenta a reeleição. Jornalista antes de ingressar na política, disputou o governo de Minas Gerais em 2022.

Pará

- Zequinha Marinho (Podemos) — Busca o segundo mandato consecutivo no Senado. Antes de chegar à Casa, exerceu mandatos de deputado estadual e federal e foi vice-governador do Pará.

Paraíba

- Veneziano Vital do Rêgo (MDB) — Eleito senador em 2018, tenta permanecer no cargo. Ex-prefeito de Campina Grande e ex-deputado federal, disputou o governo da Paraíba em 2022.

Pernambuco

- Humberto Costa (PT) — Senador desde 2011, busca o terceiro mandato consecutivo. Ex-ministro da Saúde do primeiro governo Lula, poderá chegar a 24 anos seguidos no Senado caso seja reeleito e conclua o novo período.

Piauí

- Ciro Nogueira (PP) — Está no Senado desde 2011 e tenta conquistar o terceiro mandato consecutivo. Presidente nacional do PP, comandou a Casa Civil durante o governo de Jair Bolsonaro.

- Marcelo Castro (MDB) — Senador desde 2019, busca o segundo mandato. Médico e ex-ministro da Saúde, exerceu anteriormente mandatos na Câmara dos Deputados.

Rio de Janeiro

- Carlos Portinho (PL) — Busca permanecer na cadeira que ocupa desde 2020, quando assumiu definitivamente o mandato depois da morte do titular Arolde de Oliveira, de quem era suplente. Atualmente, é líder do PL no Senado.

Rio Grande do Norte

- Styvenson Valentim (Podemos) — Eleito em 2018, busca o segundo mandato consecutivo.

- Zenaide Maia (PSD) — Também eleita em 2018, tenta renovar o mandato. Antes de chegar ao Senado, exerceu mandato de deputada federal.

Roraima

- Chico Rodrigues (PSB) — Senador desde 2019, tenta permanecer na Casa por mais oito anos. Antes do atual mandato, foi deputado estadual, deputado federal e vice-governador de Roraima. Atualmente está no PSB.

Santa Catarina

- Esperidião Amin (PP) — Eleito senador em 2018, tenta renovar o mandato. Ex-governador de Santa Catarina, ex-prefeito de Florianópolis e ex-deputado federal, já havia exercido outro mandato no Senado entre 1991 e 1999.

Sergipe

- Alessandro Vieira (MDB) — Eleito em 2018, busca o segundo mandato. Delegado de polícia antes de ingressar na política, concorre neste ano pelo MDB. 

- Rogério Carvalho (PT) — Senador desde 2019, tenta a reeleição. Médico, foi deputado federal e secretário de Saúde de Sergipe e disputou o governo estadual em 2022.

Tocantins

- Eduardo Gomes (PL) — Senador desde 2019, busca o segundo mandato consecutivo. Antes de chegar à Casa, exerceu mandatos de vereador e deputado federal.

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Argentina lança programa para solicitar cidadania por US$ 350 mil



O governo da Argentina anunciou nesta sexta-feira, 2, o lançamento de um programa que permitirá a estrangeiros solicitar a cidadania mediante um aporte não reembolsável de US$ 350 mil ao Tesouro Nacional. A iniciativa começa a receber pedidos entre outubro e dezembro.

O ministro da Economia, Luis Caputo, e o chefe de Gabinete, Diego Santilli, apresentaram o programa durante a Argentina Week, em Paris. Como alternativa ao pagamento de US$ 350 mil, o interessado poderá aplicar US$ 800 mil em um título público criado especificamente para a iniciativa.

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O pagamento não garante a concessão da cidadania. Segundo o governo, os candidatos passarão por verificações de identidade, antecedentes criminais, patrimônio, histórico migratório e origem dos recursos, além de controles destinados a prevenir lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.

Familiares também poderão participar. Cônjuges e filhos de 18 a 25 anos, desde que solteiros e sem filhos, deverão aportar US$ 100 mil cada. Para menores de 18 anos, o valor será de US$ 25 mil. Assim, segundo o governo, um casal com dois filhos menores poderá solicitar a cidadania por um total de US$ 500 mil.


Obelisco de Buenos Aires, um dos principais cartões-postais da capital argentina | Foto: Reprodução: Twitter/X

Programa foi criado na Argentina em 2025

A possibilidade de conceder cidadania por investimento surgiu em maio de 2025, quando o presidente Javier Milei editou o https://www.boletinoficial.gov.ar/detalleAviso/primera/326096/20250529. A norma permite a naturalização de estrangeiros que realizem um investimento considerado relevante, independentemente do tempo de residência no país.

Pela regra geral, estrangeiros precisam comprovar dois anos de residência contínua e legal na Argentina. Para investidores, porém, o decreto criou uma modalidade sem esse prazo mínimo.

O texto de 2025 falava em “investimento relevante”, enquanto o programa anunciado agora prevê um aporte de US$ 350 mil diretamente ao Tesouro, sem reembolso. A outra alternativa consiste na aquisição de um título público de US$ 800 mil.

Em julho de 2025, o governo regulamentou o processo e estabeleceu verificações de segurança antes da decisão da https://revistaoeste.com/politica/o-drama-dos-brasileiros-exilados-na-argentina/. O órgão terá até 30 dias úteis para aprovar ou rejeitar o pedido. Segundo o governo, os recursos arrecadados serão destinados ao fortalecimento da posição fiscal e financeira do país.

Leia também: https://www.revistaoeste.com/revista/edicao-258/a-esquerda-cai-a-direita-sobe/, reportagem de Loriane Comeli publicada na Edição 258 da Revista Oeste

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Militares devem ficar a 100 metros das seções eleitorais a partir desta sexta-feira



Militares empregados na segurança das eleições devem permanecer a pelo menos 100 metros das seções eleitorais a partir desta sexta-feira (2). A restrição vale até segunda-feira (5), um dia depois do primeiro turno, marcado para domingo (4).

A regra consta do calendário do https://revistaoeste.com/politica/tse/ e também se aplica ao policiamento das seções eleitorais. Assim, policiais militares escalados para a segurança da votação também estão sujeitos à distância mínima.

Militares: restrição está no Código Eleitoral 

A aproximação ou entrada no local de votação só é permitida mediante https://revistaoeste.com/politica/desembargador-desafia-moraes-e-mantem-prisao-de-prefeito-no-maranhao/. O responsável pela seção pode autorizar a presença dos agentes de segurança pública quando considerar necessário.

A restrição está prevista no artigo 141 do Código Eleitoral. A norma estabelece limites para a presença das forças de segurança nas proximidades dos locais de votação durante o período eleitoral.

Leia também: https://revistaoeste.com/revista/edicao-343/o-misterio-do-voto/, artigo de Almir Pazzianotto publicado na Edição 343 da Revista Oeste

A regra não se aplica da mesma forma às seções instaladas em presídios e unidades de internação de adolescentes. Nesses locais, a presença dos agentes de segurança é permitida para garantir a realização da votação e o direito ao voto dos internos.

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Cirurgia oncológica é um dos principais pilares no combate ao câncer



Um procedimento que salva milhares de vidas todos os dias, mas ainda gera muitas dúvidas e receios, a cirurgia oncológica é necessária para cerca de 80% dos pacientes com câncer.

https://www.youtube.com/watch?v=0hb7lxscOS8

Ao lado da quimioterapia e radioterapia, é a especialidade médica focada na remoção de tumores e tecidos afetados pelo câncer.

Existem diferentes tipos de procedimentos, desde a remoção total do tumor até o alívio de sintomas quando a cura não é possível.

Cirurgia oncológica em destaque

Em A Força do Agro desta sexta-feira, 2, o espectador descobriu porque a cirurgia oncológica é uma das principais ferramentas para vencer o câncer.

A Força do Agro

Com uma crescente necessidade de práticas mais sustentáveis, o agronegócio busca inovar constantemente para aprimorar a produtividade e minimizar impactos ambientais.

Em A Força do Agro são apresentados os principais tópicos que fazem o agro ser tão especial.

De segunda a sexta-feira, o programa leva informação e conhecimento ao internauta e tem o papel de conectar o campo à cidade, de uma maneira leve e descontraída.

Serviço

A Força do Agro
De segunda a sexta-feira
Às 20h, depois do Oeste Sem Filtro
Também na playlist exclusiva no YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=rmYKKVTTyuM&list=PLa6ZAwmKhIlqJYXIUyYOFp8KbECOJe395

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OEA cria grupo para negociar com governo da Nicarágua



Os países da https://www.oas.org/pt/ decidiram nesta sexta-feira, 2, criar um grupo de negociação para tentar estabelecer um “diálogo rápido e direto” com o governo da Nicarágua.

A decisão ocorreu durante uma reunião extraordinária da organização, em Washington. Os chanceleres de 32 países manifestaram “profunda preocupação” com o que classificaram como um processo contínuo de enfraquecimento da democracia representativa no país.


Daniel Ortega e Rosario Murillo comandam a Nicarágua e ampliaram o controle sobre o país desde os protestos de 2018 | Foto: Divulgação/Presidência da Nicarágua

Na declaração final, os representantes afirmaram que as medidas adotadas pelo governo nicaraguense podem ameaçar a estabilidade regional. Entre elas está a exclusão da oposição da participação nas eleições.

O grupo terá caráter voluntário e deverá apresentar suas conclusões aos chanceleres em até 60 dias.

Governo Ortega-Murillo mantém controle sobre a Nicarágua

https://www.revistaoeste.com/mundo/nicaragua-exclui-oposicao-de-processo-eleitoral-e-aumenta-mandato-de-ortega/ comandam a Nicarágua e ampliaram o controle sobre o país desde os protestos de 2018. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 300 pessoas morreram durante as manifestações.

A OEA não pode impor de forma coletiva medidas de isolamento ou sanções contra a Nicarágua. O país deixou a organização em novembro de 2023.

Mesmo fora da OEA, no entanto, Manágua continua submetida a compromissos internacionais relacionados à democracia e aos direitos humanos. Os representantes reunidos em Washington destacaram que a saída da organização não elimina essas obrigações.

https://www.youtube.com/watch?v=Psh_LDeIqP8

“A denúncia da Carta da Organização não exime o Estado de suas obrigações internacionais em matéria de direitos humanos”, afirmaram os chanceleres e representantes.

A Carta Democrática Interamericana e os demais instrumentos internacionais de proteção dos direitos humanos continuam, portanto, como referências para a atuação dos países em relação à Nicarágua.

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Rondônia tem 10 candidatos ao Senado; saiba quem são eles



Rondônia terá dez candidatos na disputa pelas duas vagas ao https://revistaoeste.com/politica/senado-federal-do-brasil/nas eleições de 2026. A lista reúne parlamentares, ex-parlamentares, empresários, jornalistas e representantes de diferentes partidos e federações.

Entre os concorrentes estão Acir Gurgacz (PDT), que já ocupou uma cadeira no Senado, Dr. Fernando Máximo (PL) e Sílvia Cristina (PP), que atualmente são https://revistaoeste.com/politica/camara-dos-deputados/, além de Mariana Carvalho (Republicanos), que foi deputada federal e disputou o Senado em 2022.

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A eleição ocorrerá em 4 de outubro. Como estão em disputa duas cadeiras, cada https://revistaoeste.com/politica/eleicoes/poderá escolher dois candidatos diferentes. Os dois mais votados serão eleitos para mandatos de oito anos.

Veja a lista completa de candidatos ao Senado por Rondônia

Acir Gurgacz

Nome completo: Acir Marcos Gurgacz
Ocupação: Empresário
Patrimônio: R$ 14.979.953,33
Suplentes: Paulo Andrade e Professor Mário Jorge
Partido: PDT
Coligação: Experiência, Fé e Autoridade: Rondônia Forte de Verdade (PDT/MDB)
Histórico eleitoral recente: Foi prefeito de Ji-Paraná entre 2001 e 2002 e senador entre 2009 e 2023. Disputou o governo de Rondônia em 2018 e voltou a concorrer ao Senado em 2022, quando teve a candidatura indeferida. Em 2014, foi eleito senador.



Aires Mota

Nome completo: Aires Mota de Almeida
Ocupação: Não informada no cadastro do Senado
Patrimônio: R$ 60 mil
Suplentes: Toco do Sticcero e Lazaro da Saúde
Partido: PV
Coligação/Federação: Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV)
Histórico eleitoral recente: Em 2024, disputou uma vaga de vereador em Porto Velho pelo PV, pela Federação Brasil da Esperança.



Bruno Scheid

Nome completo: Bruno Scheid
Ocupação: Administrador
Patrimônio: R$ 1.125.641,24
Suplentes: Guilherme Teodoro e Dilceu Fernandes
Partido: PL
Coligação: Juntos por Rondônia (PL/Podemos/Novo/Mobiliza)
Histórico eleitoral recente: Não possui mandato eletivo anterior registrado na ficha do Senado. Sua candidatura ao Senado foi homologada pelo PL em julho.



Dr. Fernando Máximo

Nome completo: Fernando Rodrigues Máximo
Ocupação: Médico
Patrimônio: R$ 2.900.071,44
Suplentes: Sandra Moraes e Caico
Partido: PL
Coligação: Juntos por Rondônia (PL/Podemos/Novo/Mobiliza)
Histórico eleitoral recente: Foi secretário estadual de Saúde entre 2019 e 2022. Em 2022, foi eleito deputado federal por Rondônia pelo União Brasil, com 85.604 votos. Em 2026, deixou a disputa proporcional para concorrer ao Senado pelo PL.



Engenheiro Thulio

Nome completo: Thulio Santiago Castro
Ocupação: Empresário
Patrimônio: R$ 40 mil
Suplentes: Cleidson Moura da Silva e Miguel Constance Martins
Partido: Missão
Coligação: Nenhuma
Histórico eleitoral recente: Não possui cargo eletivo anterior registrado pelo Senado.



Luciana Oliveira

Nome completo: Daniela Maidana da Silva
Ocupação: Jornalista
Patrimônio: R$ 80 mil
Suplentes: Toninho Masioli Dr. Paulo Nunes
Partido: PT
Coligação/Federação: Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV)
Histórico eleitoral recente: Não possui cargo eletivo anterior registrado na ficha do Senado.



Luis Fernando

Nome completo: Luis Fernando Pereira da Silva
Ocupação: Administrador
Patrimônio: R$ 2.483.577,36
Suplentes: Anderson Brito e Jonatas Sales
Partido: PSD
Coligação: Nenhuma
Histórico eleitoral recente: Foi secretário estadual de Finanças entre 2019 e 2026. Em 2026, deixou o cargo no Executivo estadual para disputar uma vaga no Senado. Não possui mandato eletivo anterior.



Mariana Carvalho

Nome completo: Mariana Fonseca Ribeiro Carvalho de Moraes
Ocupação: Médica
Patrimônio: R$ 3.663.447,56
Suplentes: Francisco Raposo Jr. e Ricardo Lira Maia
Partido: Republicanos
Coligação: Rondônia com a Força do Trabalho e da União (Republicanos/Federação União Progressista)
Histórico eleitoral recente: Foi vereadora de Porto Velho entre 2009 e 2012 e deputada federal de 2015 a 2022. Em 2022, disputou o Senado e terminou em segundo lugar, com 263.559 votos. Em 2024, concorreu à Prefeitura de Porto Velho e chegou ao segundo turno.



Neidinha

Nome completo: Ivaneide Bandeira Cardozo
Ocupação: Historiadora
Patrimônio: R$ 571 mil
Suplentes: Renê Hoyos e Berenice
Partido: PSB
Coligação: Nenhuma
Histórico eleitoral recente: Não possui cargo eletivo anterior registrado na ficha do Senado.



Sílvia Cristina

Nome completo: Silvia Cristina Amancio Chagas
Ocupação: Jornalista
Patrimônio: R$ 1.372.191,69
Suplentes: Marcelo Lucas e Rodrigo Marinho
Partido: PP
Coligação: Rondônia com a Força do Trabalho e da União (Republicanos/Federação União Progressista)
Histórico eleitoral recente: Foi vereadora de Ji-Paraná entre 2013 e 2018. Em 2018, foi eleita deputada federal e, em 2022, foi reeleita para a Câmara, pelo então PL, com 65.012 votos.



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