OAB pede a Moraes bloqueio de dados de Wassef em novo inquérito

A https://www.oab.org.br/ pediu ao ministro do https://revistaoeste.com/tag/supremo-tribunal-federal-stf/Alexandre de Moraes, que impeça o uso de dados extraídos de celulares do advogado Frederick Wassef em um novo inquérito.
A defesa protocolou o pedido no âmbito da investigação sobre as joias recebidas por integrantes do governo de Jair Bolsonaro (PL).
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Segundo a argumentação jurídica, os investigadores não podem fundamentar novos inquéritos com esse material. A defesa alega desvio de finalidade na coleta das informações.
Despacho de Moraes
Em despacho assinado em 18 de março, Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre novos dados enviados pela Polícia Federal (PF).
A PF afirma que conjuntos de joias da marca Chopard e um relógio Patek Philippe foram incorporados indevidamente ao patrimônio pessoal do então presidente.
https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/04/despacho-Moraes-dados-wassef-PF-PGR-19.mar_.2026.pdfhttps://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/04/despacho-Moraes-dados-wassef-PF-PGR-19.mar_.2026.pdf
De acordo com o despacho, a PF encaminhou à corte análises de materiais apreendidos durante a investigação que apura o suposto desvio de presentes recebidos por Bolsonaro em viagens oficiais ao exterior.
Investigação das joias
O relatório final da PF indicou o indiciamento de Bolsonaro e de outros investigados por crimes como peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A investigação trata de joias e objetos de alto valor recebidos por autoridades estrangeiras durante viagens oficiais do ex-presidente.
https://www.youtube.com/watch?v=tmPEqXX_ZMw
Entre os itens citados estão conjuntos de joias da marca Chopard e um relógio da marca Patek Philippe, que teriam sido incorporados indevidamente ao patrimônio pessoal do então presidente, segundo a PF.
Posição da Procuradoria
No início de março, a PGR pediu o arquivamento do processo principal sob o argumento de que ainda há lacuna legislativa sobre a natureza jurídica de presentes recebidos por presidentes da República em viagens oficiais. Segundo o órgão, essa indefinição jurídica dificultaria a aplicação do direito penal no caso.
Apesar disso, Moraes determinou o envio do material relacionado a Wassef para análise da PGR antes de decidir sobre eventuais novos desdobramentos da investigação.
Leia também: “https://revistaoeste.com/revista/edicao-313/a-mancha-que-nada-remove/”, reportagem de Augusto Nunes e Cristyan Costa, publicada na Edição 313 da Revista Oeste
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A defesa protocolou o pedido no âmbito da investigação sobre as joias recebidas por integrantes do governo de Jair Bolsonaro (PL).
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Segundo a argumentação jurídica, os investigadores não podem fundamentar novos inquéritos com esse material. A defesa alega desvio de finalidade na coleta das informações.
Despacho de Moraes
Em despacho assinado em 18 de março, Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre novos dados enviados pela Polícia Federal (PF).
A PF afirma que conjuntos de joias da marca Chopard e um relógio Patek Philippe foram incorporados indevidamente ao patrimônio pessoal do então presidente.
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De acordo com o despacho, a PF encaminhou à corte análises de materiais apreendidos durante a investigação que apura o suposto desvio de presentes recebidos por Bolsonaro em viagens oficiais ao exterior.
Investigação das joias
O relatório final da PF indicou o indiciamento de Bolsonaro e de outros investigados por crimes como peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A investigação trata de joias e objetos de alto valor recebidos por autoridades estrangeiras durante viagens oficiais do ex-presidente.
https://www.youtube.com/watch?v=tmPEqXX_ZMw
Entre os itens citados estão conjuntos de joias da marca Chopard e um relógio da marca Patek Philippe, que teriam sido incorporados indevidamente ao patrimônio pessoal do então presidente, segundo a PF.
Posição da Procuradoria
No início de março, a PGR pediu o arquivamento do processo principal sob o argumento de que ainda há lacuna legislativa sobre a natureza jurídica de presentes recebidos por presidentes da República em viagens oficiais. Segundo o órgão, essa indefinição jurídica dificultaria a aplicação do direito penal no caso.
Apesar disso, Moraes determinou o envio do material relacionado a Wassef para análise da PGR antes de decidir sobre eventuais novos desdobramentos da investigação.
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