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«A recessão americana que vem por aí vai reverberar em Portugal. Pode significar a correção do preço das casas e, mais uma vez, vamos ver a transferência de riqueza e de bens da classe média para os bancos, tipo 2008-2011.»
Passados, todos estes anos, as pessoas ainda não conseguiram compreender o que aconteceu. Como não compreendem, estão constantemente a repetir os mesmos erros.
Primeiro, se as pessoas entregaram as casas aos bancos, é porque ainda tinham hipotecas ao bancos e a divida ao banco era uma valor muito substancial. Os bancos não querem as casas das pessoas, pelo contrário, fazem tudo para o evitar. É um péssimo negócio para os bancos, eles apenas querem lucrar com os juros. Quando o valor da dívida já é pequena, os bancos preferem renegociar o crédito, normalmente aumentando as maturidades dos créditos, para baixar o seu custo mensal.
Os bancos apenas ficaram com uma pequena parte das casas, mas isto não trás benefícios para os bancos, pelo contrário gera prejuízos, as famosas imparidades.
Não foi a entrega de casas aos bancos, que provocou a transferências de riqueza, mas sim o método utlizado para evitar uma crise maior.
A crise foi provocada pelo excesso de crédito feito pelos bancos, emprestaram mais do que tinham, mas para evitar a falência dos bancos, para minimizar a crise, os bancos foram resgatados pelos estados. Ou seja socializamos os prejuízos, mas o estado somos todos nós, os bancos foram salvos através com o aumento dos impostos e através do imposto invisível, a impressão de dinheiro.
É sobretudo na impressão de dinheiro, onde ocorre a maior transferências de riqueza, mas no crédito também ocorre.
Apenas alguns benefíciaram com a facilidade de crise, essa facilidade provocou a crise, mas depois TODOS, foram obrigados a contribuir para salvar os bancos.
«A recessão americana que vem por aí vai reverberar em Portugal. Pode significar a correção do preço das casas e, mais uma vez, vamos ver a transferência de riqueza e de bens da classe média para os bancos, tipo 2008-2011.»
Passados, todos estes anos, as pessoas ainda não conseguiram compreender o que aconteceu. Como não compreendem, estão constantemente a repetir os mesmos erros.
Primeiro, se as pessoas entregaram as casas aos bancos, é porque ainda tinham hipotecas ao bancos e a divida ao banco era uma valor muito substancial. Os bancos não querem as casas das pessoas, pelo contrário, fazem tudo para o evitar. É um péssimo negócio para os bancos, eles apenas querem lucrar com os juros. Quando o valor da dívida já é pequena, os bancos preferem renegociar o crédito, normalmente aumentando as maturidades dos créditos, para baixar o seu custo mensal.
Os bancos apenas ficaram com uma pequena parte das casas, mas isto não trás benefícios para os bancos, pelo contrário gera prejuízos, as famosas imparidades.
Não foi a entrega de casas aos bancos, que provocou a transferências de riqueza, mas sim o método utlizado para evitar uma crise maior.
A crise foi provocada pelo excesso de crédito feito pelos bancos, emprestaram mais do que tinham, mas para evitar a falência dos bancos, para minimizar a crise, os bancos foram resgatados pelos estados. Ou seja socializamos os prejuízos, mas o estado somos todos nós, os bancos foram salvos através com o aumento dos impostos e através do imposto invisível, a impressão de dinheiro.
É sobretudo na impressão de dinheiro, onde ocorre a maior transferências de riqueza, mas no crédito também ocorre.
Apenas alguns benefíciaram com a facilidade de crise, essa facilidade provocou a crise, mas depois TODOS, foram obrigados a contribuir para salvar os bancos.
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