O último ajuste na dificuldade de mineração do Bitcoin ocorreu cinco dias atrás. E resultou numa queda de 11,16% levando a dificuldade a cair de quase 140 trilhões para 125 trilhões.
Esta foi a maior queda de dificuldade desde junho de 2021 — um ano no qual a China baniu (mais uma vez) a mineração de Bitcoin. Quando isso aconteceu, o hashrate da rede chegou a cair 30% em poucos dias, pois os mineradores banidos da China precisaram de tempo para realocar sua produção.
Mas poucos meses depois, esses mineradores direcionaram suas máquinas para países como Rússia, Cazaquistão e EUA (que hoje é o maior pólo de mineração de BTC no mundo), e o nível de hashrate e dificuldade não apenas voltou ao normal em pouco tempo, mas quebrou novos recordes.
Esta queda na dificuldade provavelmente tem relação com o preço, mas também com a forte nevasca que atingiu os EUA nesse ano. Quando ocorrem nevascas (e no verão, quando o pico de energia chega), os mineradores tendem a desligar suas máquinas para evitar sobrecarregar a rede ou, no primeiro caso, para se proteger.
Mas graças ao ajuste de dificuldade (a mais fina das invenções de Satoshi Nakamoto), a rede se adapta a isso e elimina o tal risco de “espiral da morte do Bitcoin” que muita gente vive apregoando. Tanto é que a previsão para o próximo ajuste, que ocorrerá em 19/02, é de que a dificuldade suba 12% e supere os 142 trilhões.
Foto e dados: CoinWarz.

Esta foi a maior queda de dificuldade desde junho de 2021 — um ano no qual a China baniu (mais uma vez) a mineração de Bitcoin. Quando isso aconteceu, o hashrate da rede chegou a cair 30% em poucos dias, pois os mineradores banidos da China precisaram de tempo para realocar sua produção.
Mas poucos meses depois, esses mineradores direcionaram suas máquinas para países como Rússia, Cazaquistão e EUA (que hoje é o maior pólo de mineração de BTC no mundo), e o nível de hashrate e dificuldade não apenas voltou ao normal em pouco tempo, mas quebrou novos recordes.
Esta queda na dificuldade provavelmente tem relação com o preço, mas também com a forte nevasca que atingiu os EUA nesse ano. Quando ocorrem nevascas (e no verão, quando o pico de energia chega), os mineradores tendem a desligar suas máquinas para evitar sobrecarregar a rede ou, no primeiro caso, para se proteger.
Mas graças ao ajuste de dificuldade (a mais fina das invenções de Satoshi Nakamoto), a rede se adapta a isso e elimina o tal risco de “espiral da morte do Bitcoin” que muita gente vive apregoando. Tanto é que a previsão para o próximo ajuste, que ocorrerá em 19/02, é de que a dificuldade suba 12% e supere os 142 trilhões.
Foto e dados: CoinWarz.
