Mais de 40 países pedem reabertura imediata de Ormuz

Uma coalizão de mais de 40 países exigiu, em comunicado divulgado depois de uma reunião virtual promovida pelo https://revistaoeste.com/tag/reino-unido/, que o Irã reabra de forma imediata o Estreito de Ormuz.
O apelo foi feito nesta quinta-feira, 2, conforme informou a ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper. A movimentação internacional ocorre diante do bloqueio imposto pelo Irã na principal rota marítima para exportação de petróleo.
Durante a reunião, Yvette afirmou que os países participantes pretendem analisar a adoção de ações econômicas e políticas, o que pode incluir possíveis sanções, para pressionar Teerã. Ela destacou o impacto do bloqueio para toda a economia mundial. “O Irã está tentando tomar a economia mundial como refém no Estreito de Ormuz”, afirmou, segundo o governo britânico. “Não devem prevalecer.”
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O encontro ocorreu sob influência do presidente dos https://www.whitehouse.gov/, Donald Trump. O republicano tem cobrado que nações dependentes do tráfego pelo estreito colaborem para garantir a circulação marítima. Trump afirmou, na quarta-feira 1º, que só consideraria um cessar-fogo quando a passagem estiver “livre e desimpedida”. “Os países do mundo que recebem petróleo através de Ormuz devem cuidar dessa passagem”, disse o presidente norte-americano.
Impactos econômicos e reações internacionais
Na abertura do evento, Yvette classificou como “imprudente” a decisão do Irã de bloquear a via. Ela alertou para os riscos à “segurança econômica global”. O bloqueio, mantido pela Guarda Revolucionária iraniana, que declarou manter fechada a passagem para “inimigos” do país, ocorre desde o agravamento do conflito que começou em 28 de fevereiro.
https://www.youtube.com/watch?v=KthgCey-Loc
Com a quase interrupção do trânsito em Ormuz, cerca de um quinto das exportações mundiais de petróleo foi comprometido. A decisão provocou forte alta nos preços e consequências econômicas em escala global. Yvette declarou à imprensa, antes da reunião reservada, que “vimos o Irã sequestrar uma rota marítima internacional para manter a economia global como refém”.
Delegações da Itália, Países Baixos e Emirados Árabes Unidos defenderam a criação urgente de um “corredor humanitário”, com prioridade para fertilizantes e insumos essenciais. O objetivo é evitar uma nova crise alimentar, especialmente em nações africanas, segundo nota do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Divergências sobre o Estreito de Ormuz
A China responsabilizou as contraofensivas dos EUA e Israel pelo começo do bloqueio. Em 19 de março, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão divulgaram que estão “dispostos a contribuir” para garantir a segurança na região, adesão que já conta com 37 países.
No entanto, os EUA, a China e a maioria dos países do Oriente Médio não assinaram o documento. Espanha também ficou de fora, enquanto Panamá e Chile constam entre os signatários, conforme lista do governo britânico. Na próxima semana, Londres irá liderar uma nova reunião com especialistas militares para discutir alternativas que assegurem a navegação no estreito, informou o Ministério da Defesa britânico.
Leia mais: https://revistaoeste.com/revista/edicao-314/o-povo-do-ira-esta-pronto/, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 314 da Revista Oeste
O Ministério das Relações Exteriores da França afirmou que a segurança em Ormuz só poderá ser restabelecida depois da redução dos bombardeios. Trump, por sua vez, tem criticado publicamente a França, o Reino Unido e a Organização do Tratado do Atlântico Norte. O republicano alega falta de apoio ao Exército norte-americano no conflito.
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O apelo foi feito nesta quinta-feira, 2, conforme informou a ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper. A movimentação internacional ocorre diante do bloqueio imposto pelo Irã na principal rota marítima para exportação de petróleo.
Durante a reunião, Yvette afirmou que os países participantes pretendem analisar a adoção de ações econômicas e políticas, o que pode incluir possíveis sanções, para pressionar Teerã. Ela destacou o impacto do bloqueio para toda a economia mundial. “O Irã está tentando tomar a economia mundial como refém no Estreito de Ormuz”, afirmou, segundo o governo britânico. “Não devem prevalecer.”
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O encontro ocorreu sob influência do presidente dos https://www.whitehouse.gov/, Donald Trump. O republicano tem cobrado que nações dependentes do tráfego pelo estreito colaborem para garantir a circulação marítima. Trump afirmou, na quarta-feira 1º, que só consideraria um cessar-fogo quando a passagem estiver “livre e desimpedida”. “Os países do mundo que recebem petróleo através de Ormuz devem cuidar dessa passagem”, disse o presidente norte-americano.
Impactos econômicos e reações internacionais
Na abertura do evento, Yvette classificou como “imprudente” a decisão do Irã de bloquear a via. Ela alertou para os riscos à “segurança econômica global”. O bloqueio, mantido pela Guarda Revolucionária iraniana, que declarou manter fechada a passagem para “inimigos” do país, ocorre desde o agravamento do conflito que começou em 28 de fevereiro.
https://www.youtube.com/watch?v=KthgCey-Loc
Com a quase interrupção do trânsito em Ormuz, cerca de um quinto das exportações mundiais de petróleo foi comprometido. A decisão provocou forte alta nos preços e consequências econômicas em escala global. Yvette declarou à imprensa, antes da reunião reservada, que “vimos o Irã sequestrar uma rota marítima internacional para manter a economia global como refém”.
Delegações da Itália, Países Baixos e Emirados Árabes Unidos defenderam a criação urgente de um “corredor humanitário”, com prioridade para fertilizantes e insumos essenciais. O objetivo é evitar uma nova crise alimentar, especialmente em nações africanas, segundo nota do Ministério das Relações Exteriores da Itália.
Divergências sobre o Estreito de Ormuz
A China responsabilizou as contraofensivas dos EUA e Israel pelo começo do bloqueio. Em 19 de março, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão divulgaram que estão “dispostos a contribuir” para garantir a segurança na região, adesão que já conta com 37 países.
No entanto, os EUA, a China e a maioria dos países do Oriente Médio não assinaram o documento. Espanha também ficou de fora, enquanto Panamá e Chile constam entre os signatários, conforme lista do governo britânico. Na próxima semana, Londres irá liderar uma nova reunião com especialistas militares para discutir alternativas que assegurem a navegação no estreito, informou o Ministério da Defesa britânico.
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O Ministério das Relações Exteriores da França afirmou que a segurança em Ormuz só poderá ser restabelecida depois da redução dos bombardeios. Trump, por sua vez, tem criticado publicamente a França, o Reino Unido e a Organização do Tratado do Atlântico Norte. O republicano alega falta de apoio ao Exército norte-americano no conflito.
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