Damus

Recent Notes

fittiger · 5d
Isso também me assusta, e elas são tão acessíveis que ganhamos uma usada por parentes, liguei nas férias e acabei deixando um pouco mais, mas já desligue da rede eletrônica a um bom tempo por c...
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Minha cidade toda estão cada dia mais casas estão instalando elas, é papo de não poder ir para nenhum lugar da minha cidade sem ao menos 1 delas te capturar.

E outro pensamento q eh difícil fingir q eles tão sendo honestos quando vc n precisa pagar nada para usar o servidores deles para assistir sua câmera fora de casa.....
fittiger · 4d
Verdade, não tinha pensado por esse ângulo. Eu estou literalmente numa vila do interior e também não consigo sair sem ser capturado. Aqui, a ignorância é soberana. O jargão 'não tenho nada a esconder' me tira do sério. Acredito que essas pessoas nem sabem que estão passando por um servidor...
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A invasão das câmeras chinesas baratinhas, geralmente compradas em marketplaces chineses como AliExpress e Shopee, me assusta. Câmeras sem marca, sem termos de privacidade claros, com softwares e aplicativos questionáveis. Tudo ligado à internet, e todos fingindo que não existe um servidor obscuro que permite que aquela câmera te mande os dados do streaming fora da rede local...

Uma invasão silenciosa; tem pessoa que as coloca até do lado de dentro de suas residências.

Eu entendo que, para muitos, o preço da privacidade é baixo em comparação à sensação de segurança que é ter uma câmera.

Isso sem comentar que nada garante que elas não estejam sendo usadas como espiãs de rede também.
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fittiger · 5d
Isso também me assusta, e elas são tão acessíveis que ganhamos uma usada por parentes, liguei nas férias e acabei deixando um pouco mais, mas já desligue da rede eletrônica a um bom tempo por conta desse pé atrás, minha família pede pra religar, eu não vou ousar fazer isso novamente.
Davi Pinheiro · 3d
O mesmo ocorre com os BMS bluetooth de baterias que podem até serem desligados remotente em caso de conflito internacional. Essas porras estão em veículos elétricos, equipamantos hospitalares e até em parques de geração de energia solar/eólica. Nego é muito burro, igual a usina nuclear que ...
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Como podem ver, revivi minha conta aqui no Nostr. Cara, eu senti falta de ter um lugar para escrever e da vontade de escrever também. Os lugares legais que tinham conteúdo massa estão, um a um, morrendo.

Eu vi que, aqui no Nostr, um monte de gente que eu seguia parou, e isso é meio triste, mas ainda tem um pessoal. Para quem quiser seguir e acompanhar, vou falar de coisas do meu dia, tecnologia e outras coisas que vierem na minha cabeça.
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Mais um post de alguém cagando regra e tirando argumento daquele lugar... Mas, ao mesmo tempo, um post de um cara que, no tédio, acompanha o movimento das coisas. E, nesse caso, sobre o futuro do open source. Mas não de qualquer open source, e sim do open source em que nos escoramos no dia a dia: o open source invisível, mas tão importante que, se morrer, a gente entra em um grande retrocesso.

Projetos como zlib, glib, GCC, FFmpeg, o kernel Linux, HarfBuzz, Opus, OpenSSL e uma porrada de outras libs e programas open source que constroem nossos computadores, nossos celulares e os servidores dos serviços que usamos.

E não é como se o open source tivesse acabado. Ainda há bastante gente contribuindo, mas a maioria está focada em projetos hype: a nova lib de JavaScript, o novo framework de IA em Python. A cada dia dependemos mais dessas libs e programas-base e, ao mesmo tempo, damos cada vez menos atenção a eles.

Hoje em dia, a maioria desses projetos essenciais está sendo mantida por programadores que contribuem há décadas. Programadores que, graças às suas árduas horas de trabalho e ao pouco reconhecimento, mantêm verdadeiros titãs da computação. Se hoje você pode acessar o Nostr, ou qualquer outra rede social, usar LLMs cada vez maiores e fazer um monte de outras coisas, é porque esses projetos existem.

Enquanto eu lia um artigo sobre Dennis Ritchie, criador da linguagem que hoje é a base absoluta da computação moderna, havia um comentário triste dizendo que, quando esse grande homem morreu, poucos noticiaram e poucos deram atenção (ele morreu pouco depois de Steve Jobs). No fim das contas, Dennis Ritchie, apesar de ter criado a linguagem C — que move nosso mundo há mais de 50 anos, que impulsionou produtos lendários lançados pela Apple e pela Microsoft e que roda em praticamente todos os celulares e computadores — virou uma nota de rodapé.

Da mesma forma, a gente não dá valor aos desenvolvedores que não são famosos, que não têm presença em redes sociais, mas que há décadas mantêm as libs e programas que usamos todos os dias. Muitos desses programadores recebem quase nenhum apoio e estão sendo esquecidos, assim como a importância dos projetos que eles mantêm.

Este post é uma forma de chamar atenção (mesmo que seja de apenas cinco pessoas) para o fato de que essas libs e esses programas existem, que esses desenvolvedores existem e que precisamos dar apoio a eles — seja financeiro, com contribuições de código, divulgação ou qualquer outra forma de ajuda. Se amanhã esses projetos ruírem, o impacto para a nossa tecnologia será gigantesco.